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Ao site do Lokaos Rock Show.


ROCK DE VERDADE, COMO DEVE SER MOSTRADO!

Colaremos:

18/09/2014 03:21

Lokaos entrevista Dave Lombardo (ex-Slayer)

Author: lokaos

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Julia Bueno entrevistou o lendário baterista Dave Lombardo, ele fala sobre sua passagem pelo Brasil, Slayer, projetos futuros e muito mais, confira:

Pauta – Edu Rox e Nacho Belgrande
Tradução – Nacho Belgrande
Gravação – Gabriel Carvalho
Edição – Jonas Souza
Agradecimentos – Manifesto Bar e Bateras Beat

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Vem da Rússia [o Leste Europeu é hoje uma espécie de ‘Zona Cinza’ da pirataria, vale de tudo por lá] dois novos leaks de faixas do novo álbum do AC/DC, “Rock Or Bust”, que só chega às lojas no dia 2 de dezembro.

Depois da disponibilização oficial por parte da banda de ‘Let’s Play Ball’ e ‘Rock Or Bust’, a página russa AC/DC как стиль жизни[“AC/DC Um Estilo De Vida”], dedicada à banda posta o stream de ‘Hard Times’ e ‘Rock The House’, os quais – caso você tenha uma conta ao Facebook – pode ouvir clicando nesse LINK.

 

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Banda de não muita projeção comercial dentro do território brasileiro – terra supostamente de alta estirpe musical, mas que onde vinga toda e qualquer excrecência batizada como ‘rock’ e produzida por Rick Bonadio, o MÖTLEY CRÜE faz atualmente sua turnê de despedida, que, ao contrário de outros nomes, promete ser a última e derradeira,a ponto de o grupo, antecedendo o ceticismo por parte dos fãs que já viram cambalachos caça-níqueis como a despedida do KI$$ que acontece desde o ano 2000, firmar em contrato a total impossibilidade de qualquer agremiação, seja lá com quais membros, sair em turnê [o que não onclui shows isolados ou temporadas residentes como virou costume em Las Vegas e Dubai] sob a alcunha Mötley Crüe.

O trecho norte-americano dessa Farewell Tour se encerra nesse fim de semana, após setenta shows com abertura do decano ALICE COOPER.

Para 2015, já estão marcados shows no Japão, Austrália, Europa e, segundo a própria banda, um giro pela América Latina ainda irá se confirmar.

A recente relação da banda com o continente de Simón Bolívar começou em 2008, quando, após uma longa espera por parte dos fãs, o grupo se apresentou como headliner do PEPSI MUSIC FESTIVAL em Buenos Aires para um público enlouquecido – tal como pode ser conferido no DVD pro-shot que circula pela web – de 20 mil pessoas. Aquela apresentação, tida pelos próprios integrantes do Crüe como ‘o maior show de nossas vidas’, causou uma excelente impressão nos reis da Sunset Strip, e agilizou a volta da banda no primeiro semestre de 2011, quando se empolgaram novamente com o público chileno, ficaram atônitos com dois shows em Buenos Aires [a ponto de o baixista NIKKI SIXX declarar via Twitter que gostaria de se mudar para o país] e nem tão impressionados com o pífio público de menos de 50% da capacidade do Credicard Hall em São Paulo.

Agora, um grupo de admiradores brasileiros do grupo se movimenta via Facebook na esperança de incluir o Mötley Crüe no mais tradicional – e único que tem alguma regularidade de realização – festival brasileiro, o ROCK IN RIO, organizado pela ArtPlan do empresário fluminense ROBERTO MEDINA, e que terá mais uma edição no segundo semestre de 2015, o que caberia dentro da agenda da banda [pelo menos entre o que já foi anunciado como oficial até agora].

Através DESTE LINK o grupo pede que outros seguidores da banda, assim como quem gosta de ver mais ‘rock’ propriamente dito no evento, confirme sua eventual presença num show do Crüe na Barra da Tijuca, e assim ajude a sensibilizar os organizadores do festival.

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A única vez em que o Mötley Crüe chegou a ser confirmado para um festival em território nacional foi no fim de 1993, quando chegaram a fechar um acordo verbal com os promotores do agoira defunto Hollywood Rock para abrir para o AEROSMITH na edição de janeiro de 1994, mas, devido às mixagens do primeiro disco do grupo sem o vocalista original VINCE NEIL e toda a apreensão que cercava o projeto, o quaternário acabou tendo que abdicar da oportunidade e o público brasileiro teve que engolir POISON com farofa e ovo.

 

O frontman do METALLICAJAMES HETFIELD, acredita ser tão odiado quanto o vocalista do NICKELBACK, diz o próprio CHAD KROEGER.

A banda canadense está bastante acostumada a lidar com reações negativas pela internet, tais como uma recente – e malfadada – tentativa de impedir que a banda se apresentasse no Reino Unido, e eles tendem a responder com bom humor.

Mas o baixista do Nickelback, Mike Kroeger, irmão de Chad, é amigo de James Hetfield, e diz que a dupla sente que recebe a mesma intensidade de raiva dos que se escondem atrás de teclados.

Chad disse ao programa Radio Nova: “Mike cruza direto James em Maui [Havaí]. Os dois estão juntos direto. E logo quando você acha que é o único que tem esse tipo de atenção – o rechaço – Mike manda, ‘Ah não, James acha que talvez o mundo inteiro o odeie’.

“E eu pergunto, ‘Mesmo?’ De repente eu não me sinto tão mal assim.”

O Nickelback lançou seu oitavo disco de estúdio, ‘No Fixed Address’ essa semana. Kroeger diz que ele acha fabuloso que sua música viverá muito mais do que ele.

Um amigo meu estava dizendo, ‘Enquanto elas estiverem sendo tocadas, você estará na história para sempre – como é que você se sente em relação a isso?’

“Eu não consigo imaginar, daqui a cem anos, alguém curtindo minhas músicas. É assustador. Faz com que você se sinta pequeno por ter criado algo que poderia ser desfrutado, ou odiado, por anos. Eu adoraria que alguém ouvisse o que alguém diria daqui a cem anos, como eles responderiam ao som, ou o que achariam dele.”

 

 

O guitarrista e o vocalista do AC/DCANGUS YOUNG e BRIAN JOHNSON, respectivamente, estiveram no programa do polêmico radialista nova-iorquino HOWARD STERN na manhã de ontem, quarta-feira, para promover o lançamento de ‘Rock Or Bust’, novo álbum da banda áustralo-escocesa.

Naturalmente, a dupla foi indagada sobre a prisão do baterista PHIL RUDD no último dia 6 de novembro, quando, dentre outras coisas, ele fora acusado de encomendar um duplo homicídio, indiciamento revogado depois pelas autoridades neozelandesas.

Eu caí da cama, literalmente, quando ouvi as notícias”, disse Angus. “Minha esposa me acordou e disse, ‘Hey, o Phil está com problemas’”.

Eu tinha acabado de me levantar e estava me preparando para pegar um voo para os EUA”, diz Brian. “Eu estava com uma xícara de café em minhas mãos e pensei, ‘vou assistir ao noticiário da manhã’, E a primeira coisa que eu vejo é o cara sendo retirado do carro sem sapatos”.

Quanto à situação de Rudd com a banda, “Temos que resolver isso”, disse Johnson. “O que pega é que não queremos fazer nada tipo… despedi-lo, ou algo assim. Eu acho que a situação vai se resolver sozinha. Quer dizer, ele está encrencado, e não há nada que possamos fazer. Estamos falando de uma vara criminal aqui, e de juízes e juris. Mas vamos sair em turnê, e nada impedirá isso.”

 

Esta semana o jornalista estadunidense JOHN PARKS, do site LEGENDARY ROCK INTERVIEWS, publicou uma – longa – entrevista comMICHELLE YOUNG, tornada célebre ao ser musa inspiradora da faixa ‘My Michelle’, do álbum “Appetite For Destruction”, do GUNS N’ ROSES, lançado em 1987. Um pequeno trecho traduzido da conversa pode ser lido abaixo, e todo o original em inglês clicando AQUI.

“Well, well, well, you never can tell”, an interview with Guns N’ Roses insider “My Michelle” Young

[...]

Eu disse a MICHELLE YOUNG que ela era uma ‘civil’, apontando para sua atual postura social limpa e tão discreta, no papel de uma mãe normal, cotidiana, para seu filho, o que a tirou totalmente da condição de subcelebridade desesperada por atenção como a maioria das bandas que eu entrevistei ao longo dos anos. Nada mais justo então do que dizer que entre crescer com os caras que formariam o GUNS N’ ROSES, inspirar uma música e ter alguns episódios interessantes com esses caras, ela deve ter algumas histórias interessantes para contar. Depois de passar um período como empresária artística [trabalhando com o STONE TEMPLE PILOTS, entre outros nomes], “My Michelle’ manteve-se na surdina nos últimos anos e acomodou-se num ponto onde ela está à vontade em falar sobre aquelas memórias da Sunset Strip. Eu recentemente tive o prazer de conversar com Michelle sobre tudo isso, leia…

LRI: Eu queria começar te perguntando sobre toda a comunidade periférica do GN’R. Eu aprendi tanto e me diverti tanto falando não só com os músicos que estiveram com a banda, mas pessoas como MARC CANTER [amigo pessoal de SLASH, escritor de dono de restaurante], os empresários VICKY HAMILTON e ALAN NIVEN e todos os outros acerca da banda. Todas essas pessoas foram exacerbadamente positivas e gentis e fáceis de conversar. O grupo ficou lendário por seu 1lado sombrio’, sua raiva, e também pelo hedonismo, mas todas essas pessoas parecem maravilhosas… como uma família feliz, na maior parte. Era assim com todos ao redor da banda?

Michelle: [risos] Sim, talvez… é difícil dizer porque muitas dessas pessoas que você mencionou eu conheço faz tempo e sempre foram pessoas gentis, como você disse. Slash, por exemplo, Steven, Duff, sempre foram pessoas legais, antes e depois de a banda chegar ao sucesso. Izzy sempre foi demais e Axl sempre foi Axl. Pra mim, eles sempre foram as mesmas pessoas. Eles nunca foram sinistros ou maus ou algo assim, eles já foram ‘mala’, ou, você sabe, nojentos, mas nunca foram gente ruim ou maligna. Então não, não acho que seja estranho que eles sempre tenham tido pessoas muito boas os cercando.

[...]

LRI: a versão de “My Michelle” no [CD duplo ao vivo] “Live Era” de algum modo consegue aumentar ainda mais a raiva contida na versão de estúdio, com Axl mudando “Party til your connection calls” para “FUCK til your connection calls” e até lhe chamando de “Little bitch” no refrão. O que você achou quando ouviu essa versão, que penso eu, foi gravada durante a turnê dos ‘Use Your Illusion’?

Michelle: Isso foi porque ele estava puto comigo na época, mais uma vez, sempre foi tumultuoso nosso lance, apesar de não nos vermos muito, era sempre amor e ódio, sempre tumultuoso. Ele estava puto comigo naquele momento, pelo que eu nem me lembro, porque ele ficava bravo comigo o tempo todo por várias coisas diferentes. Uma hora era, “Ah, Michelle é uma grande amiga minha, eu a amo tanto, a música é sobre ela”, e noutra era, “Ah, aquela vaca do caralho não apareceu no meu show porque ela está tomando ácido com os amigos dela, eu a odeio”. Isso aconteceu mesmo uma vez. Ele arrumou ingressos pra mim e meus primos para que fôssemos ao show e eu acho que eu deveria ter ido a seu encontro, eu acho que eram em Anaheim ou algo assim. Meus primos mais novos foram e ficaram chocados e voltaram e disseram, “Meu deus, Michelle, ele falou tanta merda de você’ e isso tudo porque eu não fui. Eu disse a ele, “Eu não posso Axl, eu tô chapada de ácido”, e eu estava mesmo, mas fiquei pensando, “Wow, ele não tinha que contar pra todo mundo” [risos]. Ele ficava muito comigo na casa do meu pai, ele dormia muito e eu levava ele pra todo canto, para os shows e tudo mais, porque ele não dirigia, então eu o levava aos shows e apresentações em todo canto. Eu esperava por ele ficar pronto para ir e aguentava os chiliques e os pitis dele e toda aquela merda, então não, a versão ao vivo daquela música não me surpreende, respondendo à sua pergunta.

[...]

LRI: Então você está vivendo uma vida familiar bem quieta e feliz com seus filhos e realmente parece estar em paz com ela. Eu sei que pedi para falar com você já faz tempo, mas você demorou para me conceder o papo e se abrir, o que é compreensível. Você se sente estranha falando hoje sobre aquelas experiências de todos esses anos atrás?

Michelle: Sim, eu me sinto, especialmente porque muito tem ocorrido recentemente. Eu comecei a botar mais minha cara pra fora no Facebook e fiquei maravilhada com todos os fãs, especialmente todos esses jovens brasileiros que eram simplesmente fanáticos pela banda, e entraram em contato comigo. Daí eu comecei a me conectar com outras pessoas ao redor da banda e a passar mais tempo com Leis e Marc então tudo voltou, estranhamente. Ainda assim, eu me sinto como se tudo aquilo fosse uma vida inteira atrás e eu tivesse vivido várias outras vidas desde então. No momento, essa é uma vida nova, um novo capítulo e é bom, mas eu fico surpresa que as pessoas ainda queiram saber e ainda queiram conversar sobre aquele período. Eu não fico surpresa que ainda estejam interessados pela banda, porque há toda uma nova geração de fãs que ainda estão descobrindo o grupo. Eu não os culpo e eu amo que eles amem a banda porque a banda era ótima e os caras ainda são ótimos, eles são fenomenais.